Tornado e crise

Vamos lá ver se eu hoje consigo escrever isto com os devidos parágrafos. Eu faço-os e depois aparece o texto seguido...Não percebo nada disto.
Ontem houve um tornado no Algarve, em Lagoa e Silves. Foi um tanto inesperado, não é costume. Espero que a nossa casa no Algarve , em Albufeira, não tenha sofrido, penso que não.
 Agora já estão a falar das compras para o Natal. Antigamente , por esta altura, já tinha comprado os brinquedos que os meus filhos queriam, com medo que esgotassem. Agora não querem brinquedos, o mais novo quer um computador portátil, mas ainda o ano passado lhe dei o meu Toshiba, que tinha um mês ou dois. Acabei por lho dar , pois a irmã quis o PC de secretária novo, e como o dela tinha uns cinco anos. Agora não vou dar-lhe um a ele, que o peça ao pai. Ele não pede, nem sei porquê.
 Pensei em dar-lhe um telemóvel, mas como a irmã diz, ele não telefona a ninguém, só a mim, e já tem um, dos básicos. Pois. Mas assim fica difícil dar prendas. Realmente, precisar, só precisam de roupas novas, estão sempre a crescer, mas não consideram isso prenda. Eu considero, aliás não me importo de as receber, Bem, até importo. Gosto de ser eu a escolher. Ontem, por exemplo, vi umas botas na montra, daquelas curtas, de marca, 129 euros, não resisti a ir experimentá-las. Muito fixes. Mas depois pensei, que tinha uns três pares de botas em casa, de cano alto, e umas nos pés, de cano baixo. Ai, ai, não as comprei. Poupei imenso dinheiro, não foi? Mas nem por isso fiquei mais contente.

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