sábado, 6 de fevereiro de 2010

Christian the Lion


























O vídeo foi pôsto no YouTube por uma estudante, The Reunion. Viu os documentários feito nos anos setenta e achou estranho a história não ser conhecida. Desde então já tiveram mais de 50 milhões de visualizações...

Em 1969, dois australianos que se tinham mudado para Londres, compraram um leão no Harrods. Na altura , tudo era permitido. Viveu com eles um ano, primeiro no apartamento, perseguindo a vassoura da empregada como qualquer cão ou gato que se preze, depois uma amiga emprestou-lhes a quinta. Mas ele estava a ficar adolescente e agressivo e entre levá-lo para o Zoo ou tentar reintegrá-lo na selva, preferiram a segunda. Com a ajuda de George Adamson, que tinha um projecto no Quénia de salvar leões e depois libertá-los. Depois de muitas burocracias, conseguiram levá-lo, mas ele portava-se como um cão atrás dos donos, e a primeira vez que viu outro leão ficou aterrorizado... Deixaram-no nas mãos de George, e passado um ano voltaram para o ver. Reconheceu-os e foi esse vídeo que se tornou famoso. Mas passado um ano eles voltaram. Christian era um leão adulto, que visitava o acampamento dos homens de vez em quando. Já tinha o seu próprio grupo, tinha três anos. mais uma vez os reconheceu e interagiu com eles.

Mas depois desapareceu, na selva. Nunca mais foi visto. O que era o que eles queriam.

O livro é muito interessante, e o doc da 2 é sobre ele.

1 comentário:

Gabs disse...

Hum, o livro é interessante, mas é escrito por alguém que não tem jeito nenhum...para escrever. Vi o documentário que fizeram agora, e tem imagens dos documentários antigos (foi graças aos documentários que eles conseguiram deixar o emprego e tratar do leão)e o material dava um livro e tanto. O George Adamson era o dono da Elsa de "Uma Leoa chamada Elsa" (esse sim, um bo livro)e foi ele que reintroduziu o Christian, um leão de Londres, naquele meio agreste. Há uma cena terrível, quando um dos leões do grupo do Christian, que andara à bulha com o leões selvagens da zona, vai ao acampamento e ataca um empregado. O George vai buscar a carabina e mata o leão, Boy, que criara desde bebé, mas o empregado também morre. Estava demasiado ferido. No livro resumem isso em três linhas. E acrescentam que o empregado costumava "ser desrespeitoso com o Boy". Pois. Também acrescentam que os leões distinguem entre os brancos e os nativos, sendo agressivos para estes últimos. Mas o Christian não era racista. No final ele vai para outra região menos habitada, que é uma reserva, pois perdeu o seu grupo (as leoas juntaram-se aos leões selvagens)e é tudo muito snif, snif, ou sou eu que sou sensível...Se fosse hoje ele tinha um chip e sabiamos o seu paradeiro. Mas foi há 40 anos!